sexta-feira, 6 de março de 2009

Mudanças no Planalto

Estou em Brasília há quatro dias participando de um seminário sobre orçamento, finanças, Lei de Responsabilidade Fiscal e políticas públicas. As palestras são excelentes, os palestrantes bem preparados, mas vinha sentindo no meu coração que estava faltando alguma coisa. Tenho lido a Palavra, tenho orado e até fiz um pequeno jejum, mas algo nessa cidade não estava me agradando. Me sintia enclausurado, preso na imensidão do Planalto Central. Um sentimento de depressão e opressão me assolava a alma. Talvez seja a saudade de casa, indaguei no meu espírito;

Pensei que ficaria assim o tempo todo. Porém, ontem à noite recebi em meu apartamento um amigo de infância, colega das primeiras letras na escola Batista em Brasiléia, o advogado Jorgeney Ribeiro. Eu e o vereador Cabide fomos jantar em sua casa, que tem a melhor vista da cidade de Brasília - que lugar lindo! Fomos recebidos pela sua mulher e filhos em um jantar simples, mas extremamente agradável.

Comemos um galeto, de sobremesa um creme delicioso de maracujá. Entretanto, o prato principal foi seu testemunho, sua conversão ao evangelho, seu encontro com Jesus Cristo, sua mudança de vida. Fiquei maravilhado com Deus. Soube através dele que o Messias Ribeiro, seu irmão e meu também grande amigo, é um novo convertido.

Discorremos sobre a ação do Espírito Santo de Deus e tantas outras maravilhas ocultas aos olhos de muitos sábios. Depois de ouví-lo atentamente saí de sua casa convicto de que ele passou por uma transformação profunda. Seus filhos congregam na "Sara Nossa Terra", do pastor Rodovale.

Quando retornamos ao hotel já não sentia mais tristeza, opressão, depressão ou qualquer sentimento ruim. Estava feliz com Deus. Retorno hoje para casa sabendo que valeu a pena ter vindo a Brasília. Alegria está completa. Que Deus conserve o Jorgeney na graça, na sua infinita misericórdia e no amor eterno.

Uma vida que valeu a pena
"Enfim livre, enfim livre! Graças a Deus Todo-Poderoso, sou finalmente livre!"Em seu último sermão para o mundo, na igreja de Ebenézer, Atlanta, na qual era pastor, Martin Luther King Jr. uniu este sonho à sua própria morte:
"Frequentemente eu penso naquilo que é denomina­dor comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de 'morte'. Frequentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não em senti­do angustiante. Frequentemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito então, eu deixo aqui com vo­cês, esta manhã, a resposta...Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral. E se conseguirem alguém para fazer o "discurso fúnebre", digam-lhe para não falar muito. Digam-lhe para não men­cionar que eu tenho um Prémio Nobel da Paz: isto não é importante! Digam-lhe para não mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos prémios: isto não é importante!Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a serviço dos outros.Eu gostaria que alguém mencionasse o dia em que Mar­tin Luther King tentou amar alguém.Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.Quero que vocês possam mencionar o dia em que tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a humanidade.Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.Todas as outras coisas triviais não têm importância. Não quero deixar atrás nenhum dinheiro.Eu só quero deixar atrás uma vida de dedicação!E isto é tudo o que eu tenho a dizer:Se eu puder ajudar alguém a seguir adianteSe eu puder animar alguém com uma cançãoSe eu puder mostrar a alguém o caminho certoSe eu puder cumprir meu dever cristãoSe eu puder levar a salvação para alguémSe eu puder divulgar a mensagem que o Senhor deixou...então, minha vida não terá sido em vão.
"Martin Luther King foi assassinado em 4 de abril de 1968.Fonte: Kletner, Edgar A. - Vidas Notáveis, Ed.Globo.
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terça-feira, 3 de março de 2009

Assessoria de imprensa na Câmara
Venho lutando há cerca de quatro anos para implantar na Câmara Municipal de Rio Branco. Finalmente a Mesa Diretora apresentou a proposta que deverá ser vogtada e aprovada nos próximos dias. O Sinjac e a imprensa do Acre estão nessa. A conquista é compartilhada.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Uma história de amor ágape


Estudo mostra que 455 cidades do país não têm médicos
Carência de profissionais é maior nas regiões Norte, Sul e Sudeste.Brasil tem 1,15 médico para cada mil habitantes.
Da Agência Estado
As populações de 455 municípios brasileiros não têm acesso a nenhum médico na rede pública de saúde local. A carência de profissionais é maior nas regiões Norte, Sul e Sudeste, onde 25,7%, 25,5% e 24,4% dos municípios não têm nenhum médico em sua estrutura de saúde. Os dados são de um levantamento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentado no domingo (23) em Ouro Preto, no encontro dos diretores da Global Health Workforce Alliance (GHWA), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), com representantes do Ministério da Saúde.
Segundo o organismo internacional, faltam 4 milhões de profissionais de saúde no mundo, com 57 países em situação considerada crítica. O Brasil não é um deles. No entanto, com uma relação de 1,15 médico para cada mil habitantes, o país está à beira do limite aceitado pela OMS. A recomendação é de no mínimo um médico por mil habitantes.
Entre as especialidades com maior carência de profissionais no país estão a anestesiologia, a pediatria, a psiquiatria e a medicina intensiva. Os dados refletem a dificuldade dos municípios mais distantes dos grandes centros em atrair e fixar médicos. “A questão salarial parece não ser a mais importante. O maior problema é a distância e o isolamento”, diz Edison José Corrêa, coordenador do curso de especialização à distância em Saúde da Família da UFMG. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

O poder da fé
Estou em contato permanente com minhas fontes dentro e fora da imprensa. Editores e repórteres me telefonam surpresos com a ausência de violência no Carnaval. alguns até reclamam. "Já revirei tudo e não acho nada", lamenta um. "Não tem nada para ser noticiado", lastima outro. "E agora, vamos escrever o quê"?, deplora mais alguém.
Quando era repórter do jornal A Gazeta (trabalhei por quase cinco anos) também reclamava em algumas ocasiões, mas era raro. Naquela época não faltavam notícias de crimes. Sem esquecer os corriqueiros, os esquadrões da morte eram atuantes no ofício macabro. Me recordo que Rio Branco (1998) chegou a ser a 3ª capital mais violenta do Brasil (eu fiz a matéria para o jornal a Tribuna, com dados do IBGE).
A realidade mudou. Não apenas pela melhoria na qualidade de vida das pessoas. Pelos investimentos na educação (...mesmo sabendo que muito mais precisa ser feito). É inegável a contribuição da Frente Popular nesse sentido com investimentos em muitas áreas, principalmente na de segurança pública. Entretanto, a busca das pessoas por Deus é, na minha avaliação, o mais significativo para esse resultado satisfatório.
Há uma explosão do evangelho de Jesus Cristo no meio do povo. Todas as camadas sociais no Acre estão sendo afetadas pela onda espiritual. Apesar dos avanços da ciência, da tecnologia as respostas para os anseios mais profundos do ser humano ainda estão no sobrenatural e não no natural. Os números do IBGE não mentem.
Sem querer ser reduntante, mas as igrejas estão crescendo não só nas camadas mais pobres da população, no meio dos ricos também. Vou mais além e digo que antigos intelectuais marxistas, filósofos materialistas, evolucionistas, historiadores, jornalistas e até ateus estão sendo arrastados pela tsunâme espiritual do evangelho. Notadamente as igrejas em células estão tomando casas, ruas, becos, bairros inteiros. Não ficam de fora as empresas, as repartições públicas, insntituições de ensino, principalmente as universidades. Crentes se reúnem para falar de Jesus e orar nos intervalos das aulas.
Em um mundo marcado pela contradição, por guerras e fundamentalismos, pela exploração, por crises econômicas, políticas e morais o Nazareno continua sendo a solução para a paz interior. Sua doutrina continua moderna e revolucionária: "ama o teu próximo como a ti mesmo"; "se não tiver pecados atire a primeira pedra", "ama o teu inimigo"; "se alguém te obriga a andar uma milha, vai com ele duas"; "aquele que não se tornar como uma criança não pode ver a Deus"; "tendes fé"; "Deus é amor"; "quem quer ser o primeiro que seja o último"; "o céu existe eu vim de lá, tem lugar para todos vocês que acreditam em mim"; "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem"; etc...
De fato, esse carnaval foi diferente. E vai ser mais diferente ainda. O número de pessoas em retiros espirituais aumentou em progressão geométrica. Muitos que bebiam, se drogavam, matavam, espancavam e faziam arruaças no carnaval estavam distantes da "arena" e do "palco". Em algum lugar da zona rural ou urbana buscavam Deus pelo poder da fé. Um poder maior que toda a força gravitacional do universo. Um poder que transforma vidas, que desperta sonhos.
Sonhos de viver em uma cidade sem violência.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Dias de alegria!

Algumas canções evangélicas afirmam que não há lugar melhor no universo do que está na presença de Deus Pai, do seu Filho Jesus Cristo e do Espírito Santo. Parece loucura, mas é verdade. Nestes dias de feriado de Carnaval (festa da carne), nós celebramos a festa do espírito. Canções, Palavra, orações e comunhão com os irmãos nos fortalece, nos enche de alegria, de virtudes e de amor. Como é bom! Como é doce a linguagem dos Espírito de Deus. Traz uma paz interior profunda. Gera uma desejo de amar as pessoas da maneira que são. É ver além dos olhos. É sentir além dos sentidos. É estar plugado no céu. E que céu...! É derramar a alma no altar do autor da vida em toda a sua plenitude.

Só tem uma maneira de entender é passando pela mesma experiência. Não perca tempo. Comece renunciando a todos os desejos da carne, fique despido da soberba, do orgulho, da altivez, do conhecimento humano, da sabedoria humana, das preocupações com o amanhã. Esvazie a alma de tudo que pode impedir a entrega total nos braços do criador. Depois deixe a humildade inundar a tua alma, invadir todos os recantos do teu ser. Deixe a luz entrar no lugar mais oculto da tua mente. Vomite tudo o que não presta, tudo que está envenenando a tua alma. Comece de joelhos falando Jesus me lava, me purifica, me justifica e me leva ao teu enocontro nas asas do Espírito Santo. Daí para frente é você e Ele...boa viagem!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Eldorado ganha sede e quadra de esporte

Em parceria com o presidente da Associação de Moradores do Eldorado, Tião Gracindo, conseguimos a construção da sede e a pracinha esportiva. A comunidade está de parabéns pelo líder que tem. Tião acaba de ser eleito para a Umarb como representante da entidade no Conselho Tarifário dos Transportes Coletivo.

Eldorado ganha pavimentação

A pavimentação de algumas ruas do bairro Eldorado, previstas no PGP, foram realizadas, mas com asfalto frio. A prefeitura terá que pavimentá-las definitvamente ano, principalmente a rua Edmundo Pinto que dá acesso a escola Lindaura Leitão. Estive visitando o local.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Redescobrindo (cápítulo I)

Fomos pautados pela professora de jornalismo audiovisual para fazer um documentário. Nosso grupo resolveu sair do trivial, do "feijão com arroz". Sair da "mesmice" como dizia o jornalista Édson Luiz, na editoria da Gazeta em 1993. Eu, Dulcinéia Azevedo, Charlene Carvalho, Chico Araújo, Nonato de Souza, Costa Júnior, Sérgio Vale e Gleílson Miranda saímos feito malucos atrás de uma boa matéria. Pauta fechada, briga na redação pela manchete principal.

Decidimos falar sobre Religião, Ciência e Razão na virada do século. Se vamos conseguir fazer o documentário de 10 minutos? Claro!

Ah! sobre o "feijão com arroz" são essas matérias de violência no trânsito, contra a mulher, contra o idoso, contra a criança, contra, contra, contra e contra...Ufa..!! A idéia é fazer algo diferente, que nos leve a uma reflexão sobre o poder da fé, a existência de Deus no bicentenário do pai da teoria da evolução, o doutor Charles Darwim.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O avivamento chegou!!!

Depois de desistir dos cursos de História (Ufac), Ciências Sociais (Ufac), Jornalismo (Iesacre), Direito (Uninorte) decidi voltar a estudar. Fiz o vestibular novamente, requeri créditos e estou cursando o 3º período de jornalismo. A torcida é grande. Agora, vai!

Os professores são ótimos. Todos conhecidos, alguns já eram meus amigos de trabalho. A turma é jovem e bem divertida. Falam pelos cotovelos. Na sala tem a até a proprietária de uma funerária da cidade.

Porém, o que mais me chamou a atenção foi quando durante o intervalo do primeiro dia de aula alguns jovens se aproximaram e me convidaram para orar. Orar!? é isso mesmo: ORAR.

_ É que durante os intervalos nós gostamos de orar. Você pode fazer isso com a gente?

_ E o local? indaguei.

_ É aqui na sala mesmo.

Fiquei maravilhado com Deus. Jovens buscando uma vida diferente dentro da universidade. Tem sido uma lição de vida. Está sendo uma bênção! Obrigado Deus!

O AVIVAMENTO ESTÁ ÀS PORTAS!!!

O combate a dengue é responsabilidade de todos!
A Bíblia diz que uma vida vale mais que o mundo inteiro. E vale mesmo. Mais do que todos os tesouros ocultos e ainda por serem descobertos. Portanto, o enfrentamento contra a dengue é uma luta pela vida.
Ampliando um requerimento do vereador Alisson Bestene (PP), propus a ida do secretário de Saúde, Paskal Kalil, para debater a questão na Câmara Municipal. Convocar secretários é papel do vereador.
Estou propondo também que pastores evangélicos e demais líderes religiosos entrem nessa guerra. Que orientem seus rebanhos a destruir o mosquito que tem o estranho nome de "aedes egypti".
Além de fazer a nossa parte trabalhando intensamente em nosso ambiente familiar e comunidade, nós cristãos devemos orar, fazer guerra espiritual para repreender toda manifestação malígna.
Para quem não sabe o termo dengue é derivado da frase swahili "ki dengu pepo", que descreve os ataques causados por maus espíritos e, inicialmente, usado para descrever enfermidade que acometeu ingleses durante epidemia, que afetou as Índias Ocidentais Espanholas em 1927-1928[1]. Foi trazida para o continente americano a partir do Velho Mundo, com a colonização no final do século XVIII.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A irmã Mary Theodoro viveu, não morreu!
Quando a Lúcia Maria me telefonou dizendo que a irmã Mary Theodoro tinha morrido fiquei triste com a sua prematura partida (tinha apenas 50 anos). Fizemos um minuto de silêncio na Câmara Municipal em respeito à sua memória e à sua história. Uma bela história. A história de uma mulher lutadora, guerreira, dura quando necessário fosse, mas cheia de ternura e amor para quem necessitasse de sua ajuda.
Ela me ajudou em todas as eleições que disputei na capital. Foi ajuda mesmo.
Ela me faz lembrar o fime "O último Samurai". Assim como no filme não sei contar como ela (a guerreira) morreu, mas como viveu. Que repouse em paz! Que tenha o descando em Deus dos que podem dizer: "Combati o bom combate da vida, terminei a carreira e guardei a fé".
Ao Vildomar (esposo), ao casal de filhos minha eterna gratidão pelo que ela fez e representou por mim.
À sua mãe, irmãos e irmãs que o Espírito Santo console os vossos corações pela dor da perda. Mas como diz a Alda Célia em uma de suas canções: "Sempre haverá a dor antes da glória/Jesus já triunfou para escrever uma nova história. A história de nossa salvação. Ela está com o Pai na glória e habitará na casa do Senhor por longos dias (forever).

Novos desafios

Equanto estava no Nordeste recebi um telefonema do prefeito Raimundo Angelim me convidando para ser seu líder na Câmara Municipal de Rio Branco. Seus argumentos me convenceram. Conheço-o como um homem de família, um professor dedicado, um gestor honesto e competente. Tenho plena consciência das dificuldades da nova tarefa, mas me sinto preparado para vencer mais esse desafio.

O que mais me alegra o coração é saber que não estou sozinho. Além da cobertura espiritual dos apóstolos Afif Arão e Dayse Costa é grande o número de irmãos, amigos e amigas que torcem por mim. Isso me dá força e coragem para trabalhar ainda mais pela minha cidade. Tenho recebido manifestações de apoio e carinho por onde passo. Obrigado a todos, em nome do Senhor Jesus!

Estou na política e faço política porque amo, porque gosto. Quero servir. Tenho uma sede insaciável de ajudar, muito embora reconheça que nem sempre depende de mim, mas Deus está no controle de todas as coisas.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Uma salada nordestina!

Passei alguns dias em João Pessoa e agora estou em Natal. Falei do meu avô paraibano, o Bianor Benício da Silva, pai de minha mãe. Era casado com a Maria Araújo Silva, a dona Mariquinha, bastante conhecida pela garra e determinação. Ela era filha de pai e mãe cearenses (Limoeiro do Norte), veio nascer em Lábria, às margens do rio Purus, estado do Amazonas, em 1910, morreu ao 94 anos. Produziram filhos e filhas e morreram fartos de dias, como já contei.
A minha avó, mãe de meu pai, Maria da Anunciação de Paula Moreira, era de Natal, Rio Grande do Norte. Não sei bem de sua história, de seu passado, mas ela casou com meu avô, Francisco José Moreira, natural de Imperatriz, estado do Maranhão. Os dois fincaram raízes em Brasiléia e foram comerciantes bem sucedidos. Tiveram participação ativa na política. Além de meu pai, mais dois de seus irmãos foram prefeitos de Brasiléia. Dessa minha avó só sei que tinha sangue índio. Seus traços nunca negaram. Parecia uma dessas indígenas de filmes americanos. Aquele olhar altivo, sereno. Falava devagar como se tivesse o controle de todas as coisas. Seu sorriso e sua gargalhada eram marcantes. Meu pai e minha irmã Damares herdaram dela a gargalhada. É linda.
Os pais de meu pai construíram a vida na cidade. Os de minha mãe, no seringal. Esse gosto que tenho pelo mato, pelos rios e igarapés, a vida simples, singela. Aquele cheiro inesquecível de um engenho de cana, de uma casa de farinha, de um milho ralado prá canjica, um pão de milho, uma macaxeira cozida de manhã, tapioca e um bom banho de cuia, herdei de minha mãezinha. Eu e meus irmãos somos resultados dessas história de amor de quatro estados do Nordeste: Paraíba, Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte. Uma verdadeira salada nordestina!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Na terra de meu avô

Estou em João Pessoa, Paraíba, terra do meu avô materno. Realizo um antigo sonho acalentado desde minha infância
Bianor Benício da Silva era seu nome. Ele migou para o Acre em meados de 1892. Aos 18 anos foi cortar seringa com um de seus irmãos na região do Abunã (hoje Plácido de Castro). Contava que houve uma revolta no barracão do seringal. "Foi tiro para todos os lados", dizia. Durante o tiroteio ele e o irmão se protegeram atrás de uma sacupemba de um árvore - deveria ser um cumaru ferro. Meu tio avô foi dar uma "espiada" e levou um tiro na testa. Meu avô cavou uma sepultura rasa com um facão e saiu perdido pela mata. Andou como um louco por vários anos até chegar a casa de minha avó, que tinha apenas uns cinco anos de idade, no seringal Porvir, em Xapuri.
Trabalhou como Jacó pelo amor eterno de Rachel. Cortou seringa por toda a sua vida. Começava uma das mais belas histórias de amor que eu conheço. Não moreu rico, morreu farto de dias. Depois mudou-se para a colocação Cachoeira, Seringal Carmem, próximo a Brasiléia. Saiu no começo de 1970 para evitar briga com um sulista que adquiriu o seringal para transformá-lo em uma fazenda. Já estava cansado, não cortava mais seringa. Morreu em sua casa, em Brasiléia, nos braços de minha avó. Viveram mais de 50 anos juntos. Tinha mais de 98 anos quando se foi, minha avó faleceu aos 94 anos. Estou aqui porque devia isso a ele, aos meus pais, que já morreram, e a mim mesmo. Está valendo a pena. É mais do que um passeio. É um encontro com o meu passado. É a minha história.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Uma mulher chamada Haná (Ana, latinizado)

Há mais de três mil anos existiu uma mulher chamada Ana. Ela era muito infeliz. Vivia triste e chorava muito, apesar das pessoas que estavam ao seu redor a amarem muito. Sobre sua vida pesava a pior das maldições: não podia gerar filhos. Movida apenas pela fé ela foi até uma igreja, entrou e começou a falar com Deus. Deitou-se ao chão e começou a chorar, chorar muito. Ficou tanto tempo que da sua bôca não saía som algum, mas seus lábios se moviam entre soluços e gemidos. Alguém vendo aquela cena advertiu-a
_ Para de beber. Aqui não é lugar de mulheres bêbadas...
Com a voz ainda fraca e embargada pelo choro ela respondeu.
_ Não estou bêbada. Da minha dor, da minha angústia e da minha aflição tenho derramado a alma perante o Senhor Deus...
_ Me desculpe mulher! Vá para casa que Ele já ouviu a tua oração.
Ela se foi. Seu semblante já não era triste.
Depois de algum tempo ela voltou a Igreja com um lindo menino nos braços. Mostrou ao homem que a confundiu com uma bêbada e disse:
_ Era por ele que eu orava. Deus me deu e seu nome será Samuel.
Samuel se tornou um dos maiores profetas na história de Israel. Ele viu e ouviu o que olhos e ouvidos humanos nunca viram nem ouviram.
Deus é a resposta para todos os nossos problemas, angústias, medos e fraquezas. Ele é o restaurador de sonhos e de vidas. Basta apenas uma decisão nossa. Busque-o. Clame por Ele. Quando Ele falar com você através de sonhos, de pessoas, de animais, do vento, de um pensamento ou de crianças ouça-o e OBEDEÇA. Faça como Ana. A oração deve ser endereçada a Ele e não a homens ou ídolos. Derrame sua alma. Quando ela ficar vazia de orgulho, soberba e auto dependência, então, Ele entra, inunda tua vida e muda tua história. Creia, é verdade!

Chamados para uma missão!

Como ovelha desgarrada do rebanho a beira de um penhasco eu me encontrava. Ferido, magoado, desistido, sem esperanças, sozinho no meio da multidão, cheio de um vazio interior que me angustiava a alma e atormentava o espírito. Noites lindas e vazias. Madrugadas tristes. Morri mil vezes. Sonhos perdidos no caminho. Vida sem sentido. Fui conduzido a periferia da cidade para um bairro chamado Nova Estação. Era de fato, uma nova Estação. A primavera da vida. Conheci o casal de pastores - hoje apóstolos - Afif Arão e Dayse Costa. Eles me apontaram para uma montanha, subi, encontrei uma cruz. Ao lado um homem de braços abertos que me ofereceu vida e me disse: "Morri por você, ressuscitei, estava aqui te esperando para te dar vida eterna". Desde então tudo mudou. Obrigado por conduzirem tantas almas à Cristo. Esta fotografia foi feita no deserto da Judéia, próximo ao Mar Morto. Como anunciou o profeta Isaías: o deserto floresceu. Vocês são essas flores no jardim da nossa existência.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Estou de volta

Desde que fiz a última postagem no blog muita coisa aconteceu. O ano velho morreu, o ano novo nasceu, tomei posse no novo mandato parlamentar. Fui a Brasiléia, Epitaciolândia e Plácido de Castro várias vezes rever meus familiares e amigos.

Um dos momentos mais doces foi no dia 24 de dezembro ter me reunido com toda a família na casa da minha irmã mais velha, a Ana Maria, em Brasiléia.

Como foi maravilhoso estar com Ana e Mário Gaia, Moreira e Beca, Nelson e Ana Leila (a nossa prefeita), Marcos e Neila, Ruth e Carlos Augusto, Damares e Miguel Faraht, Rachel e João Aníbal, além da penca de sobrinhos e sobrinhas, primas e primos. Foi lindo. O projeto de Deus é família.

Na mesma noite eu e Lúcia estivemos também com minha sogra, a dona Nazinha Hassem, filhos e filha, e com a família da Leila. É gente que não acaba . O ano de 2008 deixou saudades.

Na virada do ano não poderia ser diferente. Passamos no Ginásio do Sesi com a família Renovada sob as bênças de Deus ministradas pelo nosso casal de apóstolos Afif Arão e Dayse Costa. Antes da meia noite dei um pulo no aeroporto para pegar o meu filho Milton Neto, que vinha de São Paulo.

Como foi bom abraçá-lo, beijá-lo e cheirá-lo depois de um ano. Ele e o irmão Ivan trabalham e estudam em São Paulo. O Ivan não pode vir. Conseguiu um novo emprego no TJ e teve que ficar. Os dois estão ralando muito. Já disse a eles que é preciso pagar o preço.

Bom também foi ver os demais filhos, noras e netos em casa. É menino para todos os lados. A casa está cheia. Fico feliz quando eles estão aqui. Se misturam todos com os discípulos e discipulas da igreja que frequentam nossa casa.

Tenho acompanhado as notícias através dos jornais e da Internet. Muita matéria superficial e muita fofoca também. A crise mundial...que crise? A propósito, para se vencer uma crise é preciso fé, altar e memorial (em Deus). Tenho orado pela paz em Gaza (estive lá na fronteira). Minha total solidariedade ao povo palestino, meu apoio incondicional a Israel na luta contra o grupo terrorista Hamás, financiado pela Síria e pelo Irã.

Atualmente estou em casa de molho, com uma virose braba. Febre alta, dores musculares, dor de cabeça, cansaço (moleza mesmo). Até tentei sair de casa para resolver uns assuntos, mas voltei correndo e...cama!

Prometo continuar postando no blog com frequência e, a pedidos, escrever sobre política.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Silêncio!!

Estou refletindo sobre os últimos acontecimentos. Em todas as áreas da minha vida. É preciso ouvir a voz do Espírito. Pedir a direção de Deus. A porta que ele fecha, ninguém abre. A porta que ele abre, ninguém fecha. É fundamental na provação:

1. A fé acima de sentimentos;
2. Emoções organizadas e ajustadas ao padrão de Deus;
3. Santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;
4. Manter-se firme na Rocha, na Pedra Angular.

"Sê fiel até a morte e darti-ei a coroa da vida"

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A disputa pela presidência da Câmara
A coisa mais natural no mundo na política é a disputa. Aliás, sem disputa não existe política, não existe democracia, não existe nada. Portanto, a disputa pelo cargo de presidente da Câmara Municipal é perfeitamente ética e democrática.
Essa luta se trava no campo das idéias. Errado seria pegar uma faca, um revólver ou sair aos tapas para se resolver a questão. Portanto, não há nada antiético em dizer que o vereador Jessé Santiago, meu colega de partido e membro da Assembléia de Deus, seria um péssimo presidente para a Casa nos próximos dois anos. Isto porque ele é candidato a deputado federal e vai transformar o Poder Legislativo nos próximos dois anos em seu comitê de campanha. Além do mais, não considero ético esse procedimento e posicionamento partidário. É forçar a barra.
Não tenho nada no campo pessoal contra o Jessé - ele sabe muito bem disso. Na última campanha para vereador procurei protegê-lo e até o ajudei. A bem da verdade, fui um dos responsáveis pela eleição do pastor Jonas para a presidência e do Jessé para a 1º Secretaria da Câmara e exigo deles o mesmo compromisso. É um compromisso moral. O mesmo compromisso nos obrigou a retirar o pastor Jonas da presidência para dar a vaga ao vereador Pedrinho Oliveira abrindo o espaço - que poderia ser meu - para o Jessé Santiago. É evidente que me sinto no direito de ser honrado da mesma forma em que honrei. Ademais não venham com faniquitos dizendo que os dois são evangélicos e não podem entrar em disputas políticas. Desde que seja dentro da ética e no campo das idéias não há problema algum. Ninguém vai perder a salvação por isso. Nem vai arder no fogo do inferno.
Na minha avaliação pessoal, a Câmara Municipal e o que essa legislatura conquistou deve estar acima de pretensões políticas de que qualquer um - não apenas do Jessé - sob pena de vermos todo o nosso esforço e o nosso trabalho serem desconstruídos. O meu partido, o PSB, precisa ter essa visibilidade e e ssa clareza para evitar que erros do passado não se repitam. Espero que o bom senso prevaleça. Não tive e não tenho constrangimentos em votar (já o fiz) no vereador Jessé Santiago para presidente da Câmara desde que seus argumentos sejam éticos e me convençam do contrário. Por enquanto não vejo motivo algum para fazê-lo. Como já disse: me provem do contrário.

domingo, 23 de novembro de 2008

A MENSSAGEM DA CRUZ
O que o sacrifício de Jesus na cruz representa para nós?
O conhecimento do gesto de Jesus na cruz traz alguma diferença no nosso dia-a-dia?
A morte de Jesus nos fez pessoas diferentes ou continuamos os mesmos?A questão vital é se tomar conhecimento de que nada do que Jesus fez foi gratuito. O menor dos seus gestos teve uma significação especial. E o evento no Monte do Calvário, com sua crucificação, morte e ressurreição, foi o fato mais extraordinário já acontecido até hoje na história do homem. O relato sobre como tudo se passou recai na leitura do livro de Lucas, capítulo 23, a partir do versículo 33. Ali, após ser crucificado, Jesus profere uma das sentenças de maior significado prático para as nossas vidas, ao dizer:
“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (PERDÃO)
Nunca, jamais – e em nenhum outro momento da história humana – alguém manteve tamanha lucidez diante de uma realidade de tanto desconforto físico e tanta dor espiritual. Rejeitado, traído, cuspido, execrado, Jesus exalou amor até os minutos finais de sua vida. A humanidade O matava, porém Ele intercedia junto ao Pai em favor dos homens. Este gesto de Cristo deve ser seguido, praticado em todos os momentos de nossa vida. Afinal, se não perdoarmos a quem nos magoa, terminamos por transformar em acontecimento inútil o sacrifício de Jesus na cruz. Esta é, portanto, a primeira mensagem que Jesus nos envia da cruz – daqueles dias até os dias de hoje: o perdoar em qualquer circunstância. Pelo seu gesto, o perdão é uma condicionante fundamental para um viver cristão, para todos aqueles que se dizem seguidores de suas idéias e detentores de seu legado espiritual.Passemos agora ao versículo 46, do mesmo capítulo 33 de Lucas. Ainda na cruz, já exalando seus últimos minutos de vida, Jesus faz uma confissão surpreendente – naquelas circunstâncias – de fidelidade incondicional ao Pai, dizendo:
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. (COMUNHÃO)
O que é o espírito? A vida, a nossa essência, o nosso eu. Com a sua exclamação, Jesus queria dizer que o seu espírito, a sua essência Ele só entregaria ao Pai – e a mais ninguém. O que isso significa? Comunhão total, absoluta com Deus, apesar do extremo sofrimento que estava enfrentando. Com seu gesto, Jesus nos remete à segunda mensagem da cruz: mantermos a comunhão com Deus em qualquer situação, mesmo nos momentos mais dolorosos. Será que é fácil? Não, não é. Daí a necessidade de não apagarmos da mente o cenário da cruz, local onde Jesus praticou comunhão e fidelidade a Deus em condições extremamente adversas.Ao lado de Jesus dois homens também foram crucificados, conforme o mesmo Lucas capítulo 33, versículo 43. Numa delas, um homem ruma para a morte. De repente, de forma surpreendente, se volta para Jesus: “Mestre, lembra-te de mim quando entrares no teu reino”. Momento terrível para ele descobrir que Jesus era mestre, um título nobilíssimo naquele tempo, e proprietário de um reino. Noutra cruz, o Filho de Deus, também nas piores condições físicas, se volta para ele:
“Filho, ainda hoje estarás comigo no paraíso”. (SALVAÇÃO)
Estranho momento para chamar um marginal de filho e lhe garantir a salvação, não é verdade? Aí está, então, a terceira mensagem da cruz: ao nos voltarmos para Jesus – seja qual for a circunstância – Ele nos garante a salvação, a morada com Ele no paraíso!
Portanto, sem a aceitação e vivência dessas três mensagens, de que serve, para nós, o sacrifício de Jesus? Perdão, comunhão e salvação – a verdadeira essência da cruz. Vamos vivê-la?
"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo". Gl 6.14 (1Co 1.17-24)

I Cor. 1:18 – “Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
I Cor. 1:25 – “Porque a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens.

(Extraído da Internet e adaptado)
Prev: Investindo no Reino de Deus

Todas as coisas cooperam...

A Bíblia diz que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus; que são chamados segundo o seu propósito. Na disputa pela presidência da Câmara Municipal qualquer resultado será bom para a minha vida. Se ganhar, comfirma-se uma promessa; do contrário Deus tem o melhor. Até porque, de acordo com a Palavra, as bênçãos de Adonay não acrescentam dores.

Andando com Deus
_ Na graça
_ Na verdade
_ No amor
_ Na luz
_ No Espírito

"Se você me diz que conhece a Jesus sem ser através da Bíblia é apenas um pouco de vaidade. Não tem outra forma de conhecer a Ele se não estudando, pesquisando, investigando e recebendo a revelação da Palavra".

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Bem aventurado sois quando vos injuriarem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Grande é o vosso galardão nos céus porque assim perseguiram aos profetas que vieram antes de vós. (Yeshua)
Um dia...
me disseram que eu não podia
que eu não era capaz de alcançar...de vencer
Um dia...
eu abandonei meus sonhos, desistir de perseguir
o que eu mais queriaaaaaaaaaaaaaaa...!
Mas hoje Deus me levou a um lugar
e me fez acreditar
que os meus sonhos estão vivos.
Os sonhos de Deus não podem morrer
são eles que estão no meu coração
Não vou mais deixar ninguém me dizer
que eu não sou capaz de ganhar a nação
PRÁ JESUS....
Deleita-te no Senhor e Ele satisfará os desejos do teu coração. Confia Nele e o mais Ele fará!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Curso de Medicina na Bolívia
Estou com mais de 250 e-mails para esponder sobre as faculdades de medicina na Bolívia. A maioria dos jovens deseja saber escolher uma boa faculdade, onde morar, quanto custa o curso e etc...
Bem, a escalada do dólar com a crise mundial começa a alterar um pouco dos valores dos aluguéis, alimentos e cursos. Mesmo assim continua valendo a pena. Na atual conjuntura política, o melhor é ir para uma cidade como Cochabamba. Já é território político do presidente Evo Morales. Não há conflitos. Quanto as faculdades, existem públicas e privadas. É ir até lá e fazer a escolha. Univale, San Simom, Upal e etc...
Para se chegar até lá depende em que Região do Brasil vc se encontra. Pode ir de ônibus ou avião. Para quem mora no Acre, a melhor opção é ir até Cobija e pegar avião. 1h30 de vôo. Bem pertinho. Pode se ir de Campo Grande, São Paulo, Corumbá, Manaus e etc...

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O meu Deus, o teu Deus e o nosso Deus
Deus é um só. Segundo a Bíblia o Pai, o Filho e o Espírito Santo são um. Eterno e imutável. Existe por si só. Oniciente, onipresente e onipotente. Se move no tempo sem impecilho. Intevém na história de acordo com sua vontade, mas também é capaz de cuidar individualmente de cada ser humano. Deus é tremendo!
A minha mente humana, carnal, material e racional me leva a duvidar da existência de Deus. Mas algo em mim de forma inexplicável e incontrolável me faz acreditar que Ele existe. A certeza é tanta e a convicção tão forte que a minha mente se queda diante dessa verdade: Ele existe. Eu sinto a sua existêcia em mim. É real!
Essa disposição mental de crer em Deus não vem dos sentidos ou de minhas necessitadas mais profundas e angustiantes. Também não vem como explicação aos meus questionamentos sobre a origem e o fim do universo e da vida. Atrás dessa cortina existe algo muito mais poderoso e terrivelmente maravilhoso que meus olhos humanos não conseguem contemplar por mais que me esforce.
Só há uma maneira de exergar tudo isso. Através da fé. E a fé não se explica...se vive!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Obrigado Deus, família, irmãos e amigos pela expressiva vitória. A responsabilidade aumentou. Espero, mais uma vez, não decepcionar!
Amo todos vocês!!

Graça e Paz da parte daquele que vive e reina para sempre...!

sábado, 4 de outubro de 2008

Mais que tudo...a vida!

Faltam poucas horas para o início das eleições de 2008 que vão definir o próximo prefeito e os 14 vereadores. Fiz um bom trabalho, uma boa campanha e acredito que tenho chances reais de obter a reeleição. Entretanto, eleição é um jogo e tudo pode acontecer.
Sempre digo que se o mandato de vereador terminasse hoje estaria feliz. Recorro ao velho chavão da "consciência do dever cumprido", mas que expressa muito bem a minha vida nesse momento. Estou cumprindo à risca o que creio Deus ter falado comigo após a eleição de 2004. Por isso a paz com qualquer resultado que advenha das urnas amanhã: Se vencer, mais humildade; se perder, perder com classe e sem murmuração. Afinal de contas a vida não se resume em um mandato de vereador ou qualquer outro.
Por falar nisso, durante essa campanha tive tempo de olhar as estrelas quase todas as noites. Acordava pela madrugada e ficava comtemplando o céu. O infinito:
"Meu Deus! Tanta grandeza, tanta beleza! Esse universo é tão lindo, sou parte dele, sou feito dos mesmos elementos que formam as estrelas. Sou o universo contemplando a si mesmo...debruçado sobre si mesmo. As lágrimas brotando de uma alegria inexplicável. Quanta energia, quanto poder! Deus, Tu és tremendo! Obrigado pela vida, pela oportunidade de meus olhos estarem contemplando esssas maravilhas.
Nessas horas o tempo deixava de existir até que eu me lembrava de um compromisso de campanha do dia seguinte. De volta ao planeta terra, mas antes uma última reflexão: Jesus em meio as lutas e conflitos de seu tempo, mesmo assim tinha tempo para olhar as flores do dezerto, abraçar e beijar as crianças e contemplar o céu estrelado....ele tinha razão.

A propósito: Deus obrigado pela chuva. Durante todo esse verão choveu sobre a minha casa. Apesar do calor, a grama não feneceu, as flores não murcharam...foram dias maravilhosos, inesquecíveis.
bjs. a todos

sábado, 27 de setembro de 2008

O preço da obediência!

A sabedoria popular cunhou a frase "tudo na vida tem preço". É verdade! É preciso pagar o preço por tudo, inclusive pela obediência. Quando você decide ser obediente o inferno se levanta fazendo oposição. O obediente se torna alvo de ódio, infâmia, calúnia, inveja...de todo tipo de agressão e conspiração
Com Jesus não foi diferente! Com o obediente não será!
Há um preço a ser pago!
Deus tem me mostrado nessa caminhada política que o alvo do escárnio e do ódio não é apenas eu, mas a Igreja Renovada, líderes de células obedientes, pastores e pastoras e o próprio apóstolo Arão. Para uns poucos - graças a Deus - é preciso fragilizar a liderança do apóstolo impondo uma derrota ao Astério. Para eles, é necessário mostrar para a cidade de Rio Branco que a Renovada não tem essa unidade que se pregoa nos quatro cantos da cidade e até fora do Acre.
Alguém poderia se perguntar: mais de quem o Astério está falando?
A resposta é simples: dos Ismaéis (flecheiros, jumentos selvagens), dos entulhadores de poços. Poderia ser também dos irmãos de José, governador do Egito - um sonhador como o apóstolo Arão. De Saul, quando decidiu matar Davi. E de tantos outros personagens bíblicos.
Percebo com tristeza e amargura de alma o olhar de inveja e ódio de alguns poucos contra mim também. Bem sei que a luta não é contra carne e sangue, mas contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestiais.
Sabendo disso o Espírito Santo me conforta e me faz orar e amar a todos os que me invejam e me odeiam. "Amai os vossos inimigos, orai pelos que vos perseguem". "Abençoai e não amaldiçoeis". Diante dessa Palavra eu libero perdão sobre todos quantos me perseguem e me invejam.
EU AMO VOCÊ EM NOME DO SENHOR JESUS. É o preço da obediência. O diabo é um derrotado na sua vida e na minha.
Graça e Paz da parte daquele que vive eternamente!
Shalom!!!

sábado, 20 de setembro de 2008

Fé e política
Tenho palmilhado cada rua dessa cidade fazendo campanha eleitoral. Me alegra o nível de consciência política das pessoas mesmo sabendo que muitos ainda oferecem o voto como mercadoria. Fico mais feliz ainda ao ver pastores e líderes religiosos orientando seus rebanhos a escolherem candidatos que realmente tenhan compromisso com as mudanças, com a transformação social.
A Igreja de Jesus tem o dever moral, ético de combater a compra e o aliciamento do voto. Asnter de ser da JUstiça Eleitoral e dos magistrados de todo o país, essa bandeira é da Igreja. É oq eu tenho defendido. Creio que é possível - sim - vencer uma eleição sem comprar votos. Por isso o eleitoral precisa escolher seu candidato pela sua história na comunidade e não pelo dinheiro que tem ou pelo visual de sua campanha.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Atenção!

Amigos estou em campanha eleitoral. Não tenho feito postagens nem publicado os mais de cem comentários que recebi. Depois da eleição volto a fazer as postagens normalmente. Em relação aos conflitos na Bolívia, os estudantes brasileiros estão totalmente fora deles e não correm perigo algum desde que não se envolvem em movimentos sociais e protestos contra ou a favor do governo. É só deixar a Bolívia resolver seus problemas internos. A melhor coisa a fazer é orar pelo país e pela paz. Que eles encontrem o caminho da unidade nacional.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Imagens de um mandato parlamentar




Imagens de um mandato









Imagens de um mandato parlamentar




Imagens de um mandato parlamentar




Imagens de um mandato parlamentar




A creche "Coração de Jesus", no bairro Aírton Sena, está totalmente legalizada graças ao esforço da Maria Júlia.
Meus amores da creche comunitária "Vivendo e Aprendendo", no bairro Santa Inês. Que Deus abençoe a Carmita e a Fátima (voluntárias) pela dedicação e amor.
Acompanhando o senador Tião Viana e o prefeito Raimundo Angelim em visita aos bairros da periferia

sexta-feira, 18 de julho de 2008

PERDÃO DAS INJÚRIAS

No Evangelho de Mateus XVIII, 21 e 22 está escrito:
Pedro: — Senhor, até quantas vezes poderá pecar meu irmão contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?
Jesus: — Não te digo que até sete vezes, mas até SETENTA VEZES SETE.


A verdade e a parábola (conto judaico)
Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome. E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas. Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada. Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.

— Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.

— Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Parábola.

— Que disparate!

— Sorriu a Parábola.

— Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.

Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.

* Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.

terça-feira, 15 de julho de 2008


Vinho novo em odres velhos

Quando Jesus disse ter vindo para "lançar fogo sobre a terra" Lucas 12:49) e não para "trazer paz, mas espada" (Mateus 10:34), como falou verdadeiramente! Ele não se ajustava aos modos familiares do mundo ao qual veio. Mesmo o mais revolucionário pensamento de seu tempo não poderia contê-lo. Suas palavras e modos eram transcendentemente diferentes, inquietantes, ameaçadores. Não poderia haver uma síntese calada do velho e do novo, somente uma colisão descomprometida que conduziria inevitavelmente a rebelião ou rendição. Alguns viriam a gostar do novo, outros a odiá-lo.Em suas três analogias, em Mateus 9:14-17 (Marcos 2:18-22; Lucas 5:33-39), Jesus responde aos seus críticos gentilmente, mas ilustra o inevitável do conflito: como pode pano novo ser usado para remendar roupa velha? Como pode o explosivo vinho novo ser contido em velhos e inflexíveis odres?O provérbio de Jesus sobre o remendo novo na roupa velha saiu facilmente de sua própria vida. Aquele que "não tinha lugar para repousar sua cabeça" não deveria desconhecer vestes remendadas. E todos sabiam que uma tentativa de remendar uma roupa gasta com pano novo levaria a dois desastres, um estrutural e outro estético. O pano novo encolheria com a primeira lavagem e aplicaria tal tensão sobre o pano velho que faria um rasgo maior do que antes (Marcos 2:21); e, por sua própria novidade, o remendo novo faria com que a roupa velha parecesse ainda mais desbotada e velha (Lucas 9:36). Às vezes, o velho é irreparável e tem simplesmente que ceder lugar ao novo.O judaísmo rabínico, com suas corrupções farisaicas, estava além da recuperação. Sua atitude estava totalmente tão afastada do espírito da lei e dos profetas que o único meio de ir além dela era saindo dela. E ainda que a mensagem de arrependimento e de abatida contrição de João fosse de Deus e vital para o seu tempo, ela era preparatória, e não permanente (Atos 18:25-26; 19:1-5). O novo caminho de Jesus era um pano inteiro e não uma colcha de retalhos. Ele não tinha vindo para enxertar suas novas verdades no esfarrapado tecido religioso das tradições humanas e ímpias atitudes, ou para sentar-se imóvel a uma das paradas da estrada do propósito eterno de Deus. Tivesse feito isso e teria destruído tudo. Em Cristo, todas as coisas teriam que ser novas (2 Coríntios 5:17).A incredulidade judaica vigente recusou-se a renunciar aos seus caminhos tradicionais para receber a palavra de Deus, e crucificou Jesus. Os judaizantes da igreja primitiva relutavam em deixar a lei pelo evangelho e, em seu esforço para acomodar o evangelho à lei, manobraram para rasgar e destruir tudo (Gálatas 1:6-9; 5:3-4). A mesma disposição mental vive hoje. Velhos e ímpios caminhos, recusando a entregar a alma, nos desafiarão a acomodar o evangelho a eles ou a sair. Nesses momentos precisamos correr, e não andar, para a saída mais próxima.O terceiro destes provérbios que Jesus usa para responder a seus críticos simplesmente reforça a mensagem dos dois primeiros: certas coisas não se ajustam. Os homens, ele disse, não colocam vinho novo, ainda fermentando e expandindo, em velhos e ressecados odres porque eles se rasgariam e seriam destruídos e o vinho novo escorreria e se perderia (Mateus 9:17). O Senhor está advertindo que mentalidades rígidas custarão aos homens a incomparável qualidade especial do evangelho. Porque ela é imprevisivelmente nova e inimaginável (1 Coríntios 2:9) e não se ajusta confortavelmente nos trilhos familiares, estamos demasiado dispostos a tentar forçá-la, através de nossas categorias congeladas, até que ela saia parecendo mais com o que esperávamos e desejávamos que fosse. Não há meio melhor do que este para simplesmente derramar no chão o precioso vinho novo do reino eterno de Deus.Precisamos estar atentos a um conservadorismo tão insensato que pensemos que o melhor modo de permanecer firmes na fé seja manter as coisas como estão. Que tudo está bem e bom se o modo como as coisas estão é como o Senhor quer que estejam; mas se não, precisamos juntar armas a bagagem e ficar prontos para uma longa jornada naqueles novos lugares onde o Senhor pretende que estejamos. O vinho novo do evangelho não é destinado a nos deixar confortáveis, mas a nos fazer novos.Alguns fizeram um uso infeliz da afirmação de Jesus a propósito do vinho novo e dos odres velhos. Para eles, os odres velhos freqüentemente representam aqueles modos pelos quais, no Novo Testamento, os discípulos então fizeram as coisas, e o vinho novo simboliza idéias modernas que são mais atraentes para os homens e as mulheres da geração corrente. Eles precisam ser lembrados que todos os modos dos cristãos primitivos que não foram simplesmente um reflexo das condições do seu tempo (a lavagem dos pés como um ato de hospitalidade, um beijo para saudação, etc.) eram o produto da vontade radical de Cristo e os imutáveis princípios eternos do seu reino. Todos nós faríamos bem em seguir o exemplo deles (Atos 2:42).

Pois se o fizermos, certamente não estaremos sentados imóveis, mas estaremos empenhados na experiência mais radicalmente transformadora da história humana. Beber o vinho do reino de Deus não é um passo de moderação. Obedecer à voz do Filho de Deus não é um ato conservador!-

por Paul Earnhart

domingo, 13 de julho de 2008

A marca do preconceito

Que parte da população acreana – o Acre lidera o ranking da região Norte em mortalidade infantil – precisa de assistência médica é uma verdade incontestável. Não fosse o trabalho hercúleo do senador Tião Viana (PT) a situação seria muito mais grave. Apesar de todo o esforço empreendido por ele, faltam médicos para atender as populações pobres nas colônias, nos projetos de assentamento, nas reservas extrativistas, nas margens dos rios e seringais. Enquanto isso, dezenas de bons médicos acreanos formados em universidades estrangeiras amargam a marginalidade por conta da empáfia da Ufac, que insiste em prejudicar essas pessoas estabelecendo regras absurdas para a revalidação do diploma e conseqüentemente a obtenção do registro no Conselho Regional de Medicina – CRM.
Se a intenção da Ufac é fazer uma seleção dos melhores médicos que estabeleça regras justas e coerentes. Ao que parece o objetivo é manter na marginalidade a maioria dos acreanos formados na Bolívia. Segundo o Edital da Ufac, se o número de inscritos para a revalidação do diploma ultrapassar 20 médicos, os pretendentes terão que fazer uma prova com acerto obrigatório de 80% das questões, sendo que o conteúdo da prova será divulgado apenas 15 dias antes do teste. Ora, membros da equipe que elaboram a prova seriam incapazes desse acerto. O que se vê é a intenção deliberada de prejudicar os acreanos formados em universidades estrangeiras, principalmente da Bolívia onde existem boas faculdades – e ruins também como no Brasil.
Ao que me parece há algo mais grave nessa história toda: o preconceito, a discriminação, a segregação, o aparthaide. Se a lei vigente no país permite que brasileiros estudem em universidades estrangeiras qual a razão de mantê-los na marginalidade? Por que se calam os excelentes médicos formados na Bolívia que já atuam legalmente na Fundação Hospitalar, no Pronto Socorro, Na Santa Casa, No hospital Santa Juliana, nos centros e postos de saúde da capital e no interior? Por que calam? Se a grade curricular de algumas faculdades é incompatível com a do Ufac, o que diz a lei? Que se cumpra a lei? Enquanto a Ufac quer marginalizar os médicos acreanos formados no exterior, dezenas e até centenas de bebês, de crianças, milhares de mulheres e idosos vão estar morrendo sem assistência médica em algum lugar desse estado e desse país.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Uma vergonha!!!!!!

O edital da "nossa Ufac" para a revalidação dos diplomas de médicos brasileiros que fizeram medicina em outros países é uma VERGONHA! Se a lei permite que se forme médicos no estrangeiro por que empurrá-los para a marginalidade? Vou levar o caso ao conhecimento do procurador da república no Acre, doutor Marcos Vinícius de Aguiar Macedo. Vou procurar também o juiz federal Jair Fagundes. Mães de excelentes médicos formados na Bolívia já se organizam para falar com os dois também. Não aceitam a marginalização imposta pela Ufac. Enquanto a Ufac age na contramão da história, dezenas e centenas de crianças, mulheres e idosos morrem sem assistência médica no Acre. Basta ver o índice de mortalidade infantil. Da Região Norte, o Acre lidera o ranking.

sábado, 5 de julho de 2008

Medicina na Bolívia

Tenho recebido mais de 50 e-mails por m~es sobre os cursos de medicina na Bolívia. Sugiro aos visitantes do Blog interessados no assunto que leiam esses comentários. Vão encontrar todas as respostas para quem deseja estudar medicina na Bolívia.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Na dependência de Deus!

A maioria de nós precisa de algo em que se apoiar na vida. Queremos crescer, ter uma boa faculdade, uma boa casa, um bom emprego, poupança e estabilidade financeira na vida. Principalmente quando constituímos família. O instinto de proteção nos leva a buscar sempre um porto seguro, principalmente na área finaceira. É a garantia do futuro. Uma velhice com qualidade de vida. O medo de uma terceira idade desprotegida financeiramente ou na dependência de alguém sempre nos assusta. A ansiedade tem sida a companheira de muitos quando tratamos das necessidades mais básicas. A falta de dinheiro gera medo e insegurança em relação ao futuro.
Refletia sobre essas questões quando fui tocado pelo Espírito de Deus e levado a declarar entre lágrimas de alegria e soluços de um amor infinito:
"Senhor, dependo de Ti. Eu dependo da Tua graça". "Dependo do Teu amor e da Tua misericórdia". "A Tua graça me basta". "Aprendi tanto a ter fartura como a passar necessidades, posso todas as coisas naquele que me fortalece". "Certamente que bondade e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na casa do Senhor por longos dias". " A minha alma está cheia de paz". "Mais perto quero estar meu Deus de Ti...sempre ei de suplicar mais perto quero estar... meu Deus de Ti". NEM SÓ DE DINHEIRO, DE CASAS, DE BENS MATERIAIS, DE POUPANÇAS VIVERÁ O HOMEM, MAS DE TODA A PALAVRA QUE SAI DA BÔCA DE DEUS!!!!!!!!!!!!!!!A vida de uma pessoa é como a sombra que passa, como a neblima que dissipa com o raiar do dia. "Senhor lembra-te de mim quando estiveres no Teu Reino. Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso"!
Shalom!
Graça e paz!!

Dificuldades: sua alma está na prisão?

Encontramos o salmista, o rei Davi, passando por momentos difíceis , em que ele chega a perder a paz. Salmo 116:7 116 - 7 Volta, minha alma, ao teu repouso, pois o Senhor te fez bem. Percebemos que a alma do salmista estava até aquele momento sem descanso, inquieta, sem paz. Não estava tranqüila. Ele vivia momentos de aflição. O que é uma alma aflita? É quando alguém se encontra triste, magoado, cheio de desgosto. Estes sentimentos, se não forem tratados, podem se tornar uma prisão. Só o Senhor, pode restaurar as nossas emoções. 124 - 7 Escapamos, como um pássaro, do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos. E preciso escapar do laço de alma. E preciso de livrar, fugir deles, se soltar de tudo que nos serve de laço, de armadilha. Quando eu era pequena, me lembro de amiguinhos de infância, armando arapucas, que são armadilhas, para pegar passarinhos, preparavam as armadilhas e ficavam por perto, esperando o passarinho cair nelas, depois disso , levavam pra casa e prendiam em gaiolas.Eu ficava morrendo de dó dos bichinhos, mas eles caiam nas armadilhas e se tornavam propriedade daqueles meninos.
Amado (a) o inimigo arma laços, para prender seus sentimentos, cria situações a sua volta, para tentar te prender, é preciso escapar. O que é um laço de alma? Dificuldade de perdoar alguém que te ofendeu, traiu ou decepcionou. Ressentimento de marido, de liderança, de amigos Amargura Revolta, sentimento de vingança Medo Insegurança Ciúme Inveja Esses sentimentos se tornam o carrasco, de quem cai nas suas garras. Absalão foi destruído, por causa do ressentimento com o pai, sentimento de revolta e vingança, o prenderam a tal ponto, de terminar em sua morte. II SAMUEL 13. A inveja de Saul, fez com que se tornasse inimigo de Davi. I SAMUEL 18:6-9.
A rebeldia de Miriã, a tornou leprosa. Números 12. A fraqueza de caráter de Sansão, o levou a morte. Juízes 13 Amado , você precisa descansar , sua alma precisa de repouso, mas enquanto ela estiver na prisão, não terá sossego. O que fazer então? Escapar do laço, que o inimigo armou envolvendo seus sentimentos. Livrar se da prisão e liberar as pessoas, que te mantêm presa, por causa de fatos ocorridos. Quem sabe esse é o motivo da sua aflição, da depressão. Ore e peça ao ESPÍRITO SANTO, que te revele, se a sua alma, está na prisão e fuja desse cativeiro.
E você poderá dizer: 124 - 7 Escapamos, como um pássaro, do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos. O laço desfeito, encantamento quebrado, e você livre e em paz. Vamos orar? Repita essa oração: “SENHOR, eu te peço, neste momento, em nome de Jesus , revela-me, traz a luz a minha mente, se minha alma, está presa em algum laço. Quero ser livre, por isso, te peço, mostra me, de que tipo de sentimentos, eu devo escapar . Revela se há alguém que eu preciso liberar, pois quero escapar de qualquer laço, que queira me prender. Em nome de Jesus.”
Carinhosamente em Cristo

Pastora Janethi Menezes

www.lagoinhagv.com.br

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Cada um deve levar a sua cruz

Dois homens iam por uma longa estrada, a estrada da vida, carregando cada um uma cruz. Era o destino. Carregar a cruz. Porém, um deles caminhava serenamente apesar do peso, da dor e do sofrimento. O outro reclamava, murmurava, xingava e resolveu cortar um pedaço da cruz para diminuir o sofrimento. Ao caminhar um pouco mais voltou a sentir novamente o peso da cruz e cortou mais um pedaço. Até que sentiu um alívio momentâneo. E foram embora pela estrada da vida. O que tinha cortado a cruz andou mais rápido, apressou o passo para chegar ao fim antes do seu companheiro.
Entretanto, na estrada da vida tinham muitos obstáculos. Subidas íngremes, descidas, pedras no caminho, areias movediças, vales e montanhas. O que caminhava na frente, com a cruz mais leve, foi o primeiro a descobrir o abismo que precisava ser atravessado. Teve a idéia de colocar a cruz que havia cortado para passar por cima dela. Mas, descobriu com muita tristeza que não dava. Havia ficada curta demais e a cruz caiu despenhadeiro abaixo. O que vinha mais atrás suportando todo o peso da sua cruz chegou e colocou a cruz sobre o abismo e passou serenamente. No fim da estrada havia um prêmio para quem chegasse com a sua cruz: a vida eterna no paraíso.

O monge e o escorpião

Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.

Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.

Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados

Mestre, deve estar doendo muito! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu: Ele agiu conforme sua natureza e eu, de acordo com a minha.

OS 3 ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE O GRANDE

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 - que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e

3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões e Alexandre explicou:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

sábado, 7 de junho de 2008

Traição Marcante

Uma amiga ligou recomendando um paciente que estava encaminhando: Roberto, cuida bem dele, viu? Ele chegou serio, negro alto, bonito e logo de cara soltou: “Sou homossexual, gosto e gozo. Mas quero mudar”. Fiquei meio reticente com aquela declaração e expliquei a ele como funciona a psicossíntese e que não faz parte do método interferir na vontade expressa do cliente, mas acima de tudo fortalecê-lo para que chegue ao seu objetivo.

Ao longo das sessões ele foi viajando no passado e trouxe lembranças difíceis de serem lidadas. A mãe engravidara de um namorado que desapareceu e nunca mais deu noticia. A avó, para fugir da vergonha de expor uma “filha perdida” levou-a para a fazenda e como castigo sujeitou-a às tarefas mais desagradáveis da lida diária. A criança nasceu e sua mãe continuou ali como empregada, não usufruindo dos direitos de filha.

Ele já estava com cinco anos mais ou menos e sua mãe desempenhava uma das tarefas que menos gostava: tomar conta das crianças enquanto brincavam no quintal da casa. Eram em torno de seis crianças, um deles escondia um objeto e os outros procuravam. Ele estava ganhando todas, descobria sempre antes dos outros e quando chegou sua vez de esconder o objeto, sua mãe chamou para entrarem e acabar a brincadeira. Protesto geral das crianças e ele disse à mãe que só entrariam quando a brincadeira acabasse, antes não. A mãe então, com um sorriso, disse “tudo bem”, chamou uma das menininhas que estavam brincando e, ao ouvido da garota, disse onde o filho tinha escondido a prenda. Atônito ele viu sua mãe, uma mulher, se unir a outra mulher e o trair. Sua mãe o traiu aliada a outra mulher.

O mecanismo de defesa do Ego agiu rápido e, inconscientemente a ele, jogou este fato dolorido bem fundo no inconsciente para lá ficar e nunca mais ser retomado. Alguns minutos depois ele já “esquecera” do episodio e brincava normalmente com seus companheiros.

A reação do superego veio depois, pois sempre em que uma garota estava no meio da brincadeira ele, sem saber por que, se esquivava e saia. Com o tempo ele passou a, sistematicamente, evitar toda brincadeira que tivesse a participação de uma garota que fosse, algo que não chega a ser anormal em meio aos meninos. A adolescência veio e ele descobriu o apoio dos amigos de escola, com eles descobriu o sexo e as relações homossexuais passaram a ser normais entre eles até chegar ao ponto de ele não querer mais saber de mulheres por perto. Morou dois anos com um namorado, evitava contato com garotas, por mais superficial que fosse, ate o dia em que conheceu a que o trouxe ao meu consultório. Passou a sentir por ela um sentimento conflitante que por vezes dava prazer, mas que tantas outras trouxe-lhe náuseas e ânsias de vomito. Não queria mais ficar perto dela, mas quando não a via ficava depressivo. As vezes pensava que era amor, outras sentia asco e esse conflito o estava enlouquecendo. Se pudesse ele ficaria com ela, mas sentia que algo o impedia de fazer o que ele mais queria no momento, toma-la nos braços e cobri-la de beijos.

Quando ele verbalizou a estória e tomou consciência deste episodio da traição de sua mãe, ficou claro que ele transferia esse sentimento, inconscientemente, a todas as mulheres que se aproximavam dele e a repulsa, a reticência que originalmente ele tinha pelo ato de sua mãe, era também transferido a todas elas, mesmo que inocentes desse ato, e com isso ele se afastava, se sentia aliviado com essa fuga e buscava o apoio de outros homens, que na verdade nunca o haviam traído.

Muitas vezes encontrar a causa de um problema é fácil, a dificuldade maior esta em superá-la, resolve-la, arrancá-la do coração e com isso ficar livre de suas conseqüências, na maior parte das vezes, nefastas. A reaproximação com as mulheres deveria se dar, em primeiro lugar com sua mãe. Ele admitiu que não tinha contrato físico com ela, e a tarefa mais difícil veio ao saber que teria que procurá-la, contar a verdade, o que o levou com isto a restabelecer os laços afetivos que se quebraram naquele distante dia da infância.

Foi difícil para ele, mas sentou-se ao lado da mãe e contou tudo, desde a estória da traição até a postura que ele assumira em conseqüência do fato. A revelação levou ambos a um longo e dolorosos choro, pedidos de perdão, abraços, beijos e, pela primeira vez, ele sentiu prazer em abraçar sua mãe, uma mulher.

O principio do trauma havia sido quebrado, destruído. O processo seguinte foi o estabelecimento de uma decisão tomada por ele, sem interferências diretas externas, rumo a uma masculinidade que estava escondida. Menos de dois anos depois do inicio do tratamento ele se casava com minha amiga e, não somente para mim, mas para todos os convidados, davam, desde a cerimônia, uma certeza de que lutariam para preservar e manter aquele amor que os motivou a reagir e enfrentar as dificuldades da mudança radical empreendida.

Roberto Dantas

domingo, 1 de junho de 2008

A Terra em alerta
O planeta esquenta e a catástrofe é iminente. Mas existe solução

Ondas de calor inéditas. Furacões avassaladores. Secas intermináveis onde antes havia água em abundância. Enchentes devastadoras. Extinção de milhares de espécies de animais e plantas. Incêndios florestais. Derretimento dos pólos. E toda a sorte de desastres naturais que fogem ao controle humano.

Há décadas, pesquisadores alertavam que o planeta sentiria no futuro o impacto do descuido do homem com o ambiente. Na virada do milênio, os avisos já não eram mais necessários – as catástrofes causadas pelo aquecimento global se tornaram realidades presentes em todos os continentes do mundo. O desafios passaram a ser dois: se adaptar à iminência de novos e mais dramáticos desastres naturais; e buscar soluções para amenizar o impacto do fenômeno.

Em tempos de aquecimento planetário, uma nova entidade internacional tomou as páginas de jornais e revistas de toda a Terra – o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), criado pela ONU para buscar consenso internacional sobre o assunto. Seus aguardados relatórios ganharam destaque por trazer as principais causas do problema, e apontar para possíveis caminhos que podem reverter alguns pontos do quadro.

Em 2007, o painel escreveu e divulgou três textos. No primeiro, de fevereiro, o IPCC responsabilizou a atividade humana pelo aquecimento global – algo que sempre se soube, mas nunca tinha sido confirmado por uma organização deste porte. Advertiu também que, mantido o crescimento atual dos níveis de poluição da atmosfera, a temperatura média do planeta subirá 4 graus até o fim do século. O relatório seguinte, apresentado em abril, tratou do potencial catastrófico do fenômeno e concluiu que ele poderá provocar extinções em massa, elevação dos oceanos e devastação em áreas costeiras.

A surpresa veio no terceiro documento da ONU, divulgado em maio. Em linhas gerais, ele diz o seguinte: se o homem causou o problema, pode também resolvê-lo. E por um preço relativamente modesto – pouco mais de 0,12% do produto interno bruto mundial por ano até 2030. Embora contestado por ambientalistas e ONGs verdes, o número merece atenção.

O 0,12% do PIB mundial seria gasto tanto pelos governos, para financiar o desenvolvimento de tecnologias limpas, como pelos consumidores, que precisariam mudar alguns de seus hábitos. O objetivo final? Reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que impede a dissipação do calor e esquenta a atmosfera.

O aquecimento global não será contido apenas com a publicação dos relatórios do IPCC. Nem com sua conclusão de que não sai tão caro reduzir as emissões de gases. Apesar de serem bons pontos de partida para balizar as ações, os documentos não têm o poder de obrigar uma ou outra nação a tomar providências. Para a obtenção de resultados significativos, o esforço de redução da poluição precisa ser global. O fracasso do Tratado de Kioto, ao qual os Estados Unidos, os maiores emissores de CO2 do mundo, não aderiram, ilustra os problemas colocados diante das tentativas de conter o aquecimento global. (Fonte: vejaonline)

Rio Acre, o rio da minha vida!
Praia do Adolfo - Brasiléia Para ir para a casa de meus avós maternos na colocação Cachoeira, seringal Carmem, tinhamos que passar pela praia do Adolfo. O bosque a frente foi palco de uma das maiores tragédias da aviação no Acre. Um monomotor caiu explodindo e matando dr. Cleto, José Cordeiro, Júlio Gutierrez. Acidente ocorrido na década de 70.
A rua das Palmeiras - Brasiléia
Minha mãe contava que o homem que plantou essas palmeiras, patriarca da família Kairala, dizia enquanto as plantava: "Depois que eu morrer enquanto essas palmeiras existirem alguém vai lembrar de mim".