quarta-feira, 4 de abril de 2012


 
 

Governo pode dispensar exame para médicos formados no exterior
03 de abril de 2012  09h46  atualizado às 12h05

O governo brasileiro trabalha para flexibilizar as regras para que médicos formados no exterior trabalhem no País, podendo até dispensar os graduados no exterior de fazer o exame para revalidação do diploma (Revalida), hoje a principal barreira para a entrada de profissionais no mercado brasileiro. A estimativa oficial é de que haja 291,3 mil médicos no Brasil ou 1,6 para cada mil habitantes. Nos Estados Unidos, a relação é de 2,5 por mil e no Uruguai, 3,3 por mil. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.
A presidente Dilma Rousseff encomendou um plano para aumentar a oferta de profissionais. A ideia é trabalhar ampliando os cursos de medicina e, enquanto a nova leva de profissionais não se forma, incentivar o ingresso de profissionais que cursaram faculdades estrangeiras. Os Ministérios da Saúde e da Educação trabalham para criar opções para o exame de validação do diploma. Uma das ideias é a criação de uma espécie de estágio para graduados em uma lista de faculdades, ainda em elaboração. No entanto, a proposta enfrenta resistência no Conselho Federal de Medicina e até no governo.

Publicado em 3 de abril de 2012, às 23:26 :: atualizado em 3 de abril de 2012, às 23:26

Governo vai afrouxar regras para aprovar médicos formados no exterior

A ideia é flexibilizar a exigência do exame para revalidação do diploma, para estrangeiros e brasileiros. O objetivo da medida é ampliar a oferta de profissionais da área da saúde. O médico David Uip comenta o assunto e fala sobre um encontro internacional sobre o HPV, realizado nesta terça-feira (3) no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo.

terça-feira, 3 de abril de 2012


Astério Moreira anuncia I Feira de Negócios do Alto Acre

Ainda contabilizando os danos causados pela cheia do rio Acre, os comerciantes de Brasiléia possuem ao menos uma boa notícia com o anúncio de que a cidade sediará a primeira Feira de Negócios do Alto Acre. A notícia foi dada pelo deputado brasileiense Astério Moreira (PRP) nesta quinta-feira, 29, na tribuna da Assembleia Legislativa.

O parlamentar havia participado no dia anterior de uma reunião entre o Governo do Estado, prefeitos, vereadores e empresários da região onde ficaram definidas as regras, datas e local do evento. Será de 01 a 03 de junho, na Praça Hugo Poli, no centro de Brasiléia, e a expectativa é que os comerciantes locais possam a partir dos lucros gerados na feira começar a reconstruir o patrimônio que foi perdido como consequência da alagação.

Moreira disse ainda que embora a ideia fosse realizar um evento nos moldes da Expoacre e Expojuruá, dessa vez não será possível por que os comerciantes de Brasiléia ainda tentam se reestruturar. Para o próximo ano, todavia, o objetivo é ampliar a Feira podendo até mesmo incluir empresários da Bolívia e Peru.

“Essa feira tem a coordenação do Governo do Estado e é mais uma proposta para ajudar a população a se recuperar das perdas ocorridas nessa alagação”. O deputado aproveitou ainda para dizer que a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão, enviou um relatório dos danos e pediu apoio dos parlamentares na inclusão de emendas para o município. “A prefeita encaminhou para esta Casa o relatório dos danos e fez um apelo para que os parlamentares que puderem façam emendas destinadas a região”.

Yuri Marcel
Foto: J. Simão
Agência Aleac

segunda-feira, 26 de março de 2012


Astério Moreira diz que é injusto negar eficiência no socorro aos desabrigados pela alagação

Em pronunciamento nesta quarta-feira, 21, o deputado Astério Moreira (PRP) disse que a estrutura oferecida pelo governo e pela prefeitura aos desabrigados que foram alojados no Parque de Exposições é o motivo da recusa de algumas famílias em voltarem para suas casas. “É normal que algumas famílias não queiram voltar, pois ali tiveram merendas, cabeleireiro, entretenimento, cultos e até médicos de plantão 24 horas. O ideal seria que tivessem esta estrutura também fora do Parque de Exposições, mas é injusto não reconhecer a eficiência da secretária Estefânia Pontes e do coronel Gilvan Vasconcelos, chefe da Defesa Civil no atendimento às vítimas ”, comentou Astério.

O deputado lembrou que a alagação desalojou 15 mil pessoas e, portanto, considera normal que 30 ou 40 famílias de Rio Branco, Brasileia ou Sena Madureira, insistam em permanecer nos alojamentos esperando pelo aluguel social ou reivindicando uma casa imediatamente. “Nem Jesus Cristo agradou a todos”, observou.

Para Astério, um evento como a alagação do rio Acre, apesar do empenho com que foi enfrentada pelo poder público, pode causar desgaste político, como aconteceu com os ex-governadores Nabor Júnior e Flaviano Melo. “Isso porque se pega um fato menor, pequeno e quer transformá-lo na voz corrente, o que não é. Troca o doce pelo amargo e chama de bem o mal e de mal o bem”, comentou.

Astério deixou claro que em sua opinião, apartidária, o Acre melhorou muito, ganhou muitas universidade e empresas, ampliou sua arrecadação e obteve inúmeras conquistas em áreas como saúde e educação. Mas garantiu que, enquanto houver uma família pedindo apoio e sem casa para morar, o prefeito Angelim e o governador Tião Viana não vão descansar.
Ação da Fecomércio no estímulo a novos empreendimentos
O deputado Astério Moreira também destacou os esforços da Federação do Comércio do Estado do Acre (Fecomércio) para estimular novos empreendimentos e propôs à Mesa Diretora que outorgue moção de aplauso ao engenheiro Leandro Domingos, presidente da entidade.

Astério informou que a Fecomércio, por iniciativa de Domingos, colocou sua estrutura à disposição para que seus associados possam trabalhar na construção de projetos visando à captação de financiamentos junto ao Banco da Amazônia.

“O Banco da Amazônia tem à disposição dos empreendedores recursos do FNO, com juros subsidiados, para financiamento de projetos em todos os segmentos da nova economia que está sendo desenhada no Acre, seja na agropecuária, na indústria de alimentos, na cadeia da madeira, na produção de pescados ou negócios urbanos”, explicou o parlamentar.

De acordo com Astério, o presidente Leandro Domingos se reuniu com os agentes financeiros do Banco e, juntos, estabeleceram estratégias para eliminar os entraves que restringiam acesso aos financiamentos. “A partir desta nova estrutura, um grande passo foi dado neste processo já em andamento de dar uma nova configuração econômica ao Estado”, observou o deputado, fazendo questão de registrar o seu apoio à iniciativa e propor a realização de uma sessão especial de esclarecimento sobre os principais pontos dos arranjos promovidos pela Fecomércio.

Astério lembrou que as mais de quatro milhões de micro e pequenas empresas do Brasil são responsáveis pela maioria dos empregos no país e que grande parte delas não sobrevive por falta de planejamento para captação de recursos. Como exemplo da força dos pequenos negócios, ele lembrou que na Semana Santa a Ceasa de Rio Branco estará promovendo a sua terceira feira do peixe e da agricultura familiar com perspectivas de comercialização de 100 toneladas de pescados e produtos agrícolas e faturamento de pelo menos R$ 1 milhão.

“Pelo menos 40 mil pessoas vão circular pela feira da Ceasa promovida pelo prefeito Angelim mostrando como estes pequenos negócios geram emprego e renda. Por isso gostaria de destacar meu apoio à Fecomércio e ao presidente Leandro Domingos a quem deixo o reconhecimento desta Casa”, conclui.
João Maurício
Foto: J. Simão
Agência Aleac

domingo, 4 de março de 2012

Alagados

Aproveitei o barco do Antônio, "Timildo", também conhecido como "Peixeiro", para visitar as áreas alagadas. Eu, Ricardo Melo, Mariceudo e seu pai, o irmão Antônio. Conversei com pessoas que resistiam, não queriam sair de casa:

_ Gente vem muita água por aí...aceitem a ajuda da Defesa Civil. Vocês precisam ir para um lugar seguro. Insisti em vão.

_ Astério, diz um velho ditado que "barco perdido bem carregado", e caíam na risada na maior felicidade do mundo alheios ao sofrimento e a própria desgraça.

Encontrei, no Cidade Nova, um grupo fazendo churrasco na varanda de uma casa, com água na cintura:

_ Astério compra uma carne pra gente fazer um tira-gosto. Caíam na risada como se nada estivesse acontecendo. A alagação era apenas mais um motivo para tomarem uns goles.

Encontrei uma jovem com água "nos peitos", como se diz por aqui, dentro do Taquari com um gato nos braços, feliz da vida.

_ Astério passei a noite acordada preocupada com meu gatinho. Pensei que tinha morrido afogado, graças a Deus que não! Olha ele aqui. E parou para a fotografia.

No bairro Aírton Sena dei de cara com meu amigo Raimundo Coco. Água na janela da casa, rede atada perto do forro.

_ Tá dormindo aí mesmo Coco?

_ Mas claro! Ontem à noite tentaram roubar minha casa. Eram os ratos d'água. Quando eles se aproximaram no escuro dei com o lado do terçado na tábua da parede. Parecia um tiro. Saíram em disparada. Um até caiu na água. Deu aquela gargalhada como se tivesse contado a piada mais engraçada do mundo. 

Hoje fico remoendo as conversas, vendo imagens e me perguntando: Como estarão agora essas pessoas? O que estarão fazendo agora?





quinta-feira, 1 de março de 2012


Astério Moreira propõe homenagem a voluntários

Mais de 130 mil pessoas foram afetadas pela cheia do rio Acre, os danos estimados em mais de R$ 20 milhões, mas apesar disso os prejuízos poderiam ter sido maiores não fosse a atuação do Exército, Defesa Civil, Força Nacional, Corpos de Bombeiros e voluntários. Para reconhecer o trabalho dessas pessoas o deputado Astério Moreira (PRP) foi à tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, 29, propor uma homenagem a elas. “A gratidão reúne todas as qualidades e devemos dar nossa gratidão ao Exército, Defesa Civil, Força Nacional, Corpo de Bombeiros e gostaria de sugerir que o governo do Estado faça uma homenagem a esses voluntários”.
O parlamentar propôs ainda uma homenagem especial ao voluntário Alan Marinho, que morreu eletrocutado durante uma ação para levar alimentos às vítimas que se recusavam a deixar suas casas alagadas. “Nesse momento a gente precisa estar mesmo junto, quero reconhecer que o Alan é o símbolo maior do voluntariado”.
Moreira destacou ainda a atuação da imprensa no trabalho de divulgação durante a crise. “Quero destacar em todo este momento que o Acre vive o papel da imprensa, dos blogs. A imprensa tem feito uma cobertura que tem sido verdadeira, os fatos estão aí e são divulgados, a qualidade supera e muito o que tem de ruim, por isso temos que destacar o papel da imprensa”.
Por fim o parlamentar ressaltou que o papel da Assembleia Legislativa, que agora deve ser o de debater alternativas para que as vítimas possam reconstruir suas vidas. Entre as propostas está o estabelecimento de linhas de crédito para os produtores rurais que perderam suas produções. “É um papel grande, temos que ser os condutores na reconstrução do Estado. Temos pessoas que perderam tudo e estão fragilizadas. Este momento é momento de trabalho, de compreender que o povo do Acre é o mais importante agora”.
Yuri Marcel
Foto: Odair Leal
Agência Aleac

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


Astério Moreira diz que famílias atingidas pela alagação necessitam de socorro e solidariedade

O deputado Astério Moreira (PRP) disse na sessão desta terça-feira, 28, que destinará R$ 100 mil às vítimas da alagação. De acordo com o parlamentar o momento pede solidariedade e união. “Vou direcionar os R$ 100 mil de minha emenda parlamamentar a essas famílias que foram vítimas da alagação em Rio Branco e em Brasiléia. Minha preocupação também é com os ribeirinhos que perderam suas plantações. O momento pede união e solidariedade”. O deputado lamentou o ocorrido e disse ter ficado triste ao saber que diante da situação “lastimável” alguns segmentos da oposição estariam se utilizando da “desgraça” para atacar a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão.

“Quando cheguei em Brasiléia me assustei porque a situação era mais grave do que pensei, minha irmã perdeu tudo, meu cunhado e sobrinhos também perderam tudo. O que me entristece ainda mais é o fato de que alguns segmentos da oposição estejam usando a desgraça alheia para atacar a prefeita Leila, isso não pode acontecer, é lamentável”.
Para concluir o parlamentar parabenizou a ação do governo do Estado que, segundo ele, tem se mobilizado de maneira correta, hábil e correta. “Nunca vi neste Estado uma ação tão bem coordenada como essa que o governo do Estado está fazendo em parceria com a prefeitura, Defesa Civil, bombeiros, Força Nacional, todos trabalhando para prestar socorro à nossa população. Tião mobilizou toda sociedade e órgãos do Estado para prestarem apoio e fazerem às famílias atingidas pela alagação, esse é um momento de união e não de criticar o governo”.
Mircléia Magalhães
Foto: Odair Leal
Agencia Aleac

domingo, 26 de fevereiro de 2012


O deputado Astério Moreira (PRP) voltou a propor na sessão desta quarta-feira, 15, a realização de uma audiência pública em Brasileia sobre a questão das drogas na fronteira. De acordo com o parlamentar, esta proposta foi motivada ainda no ano passado por conta do relato de um promotor de Justiça segundo o qual a fronteira estava livre para os traficantes. "É preciso reunir o Ministério Público Federal, a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Ministério da Justiça e realizar um grande encontro na fronteira", conclamou.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012


Astério Moreira: “Cooperativas trazem bem-estar econômico e social”

Em seu pronunciamento nesta terça-feira, 14, o deputado Astério Moreira (PRP) classificou as cooperativas de serviço do Acre como uma alternativa para o bem-estar econômico e social de milhares de famílias do Acre. “Muitas pessoas que poderiam estar hoje desempregadas e sem  perspectivas de futuro estão trabalhando através destas cooperativas. O cooperativismo é um movimento de êxito em todo o mundo e eu acho que nós poderíamos estar muito mais desenvolvidos no Acre se as políticas de apoio e incentivo às cooperativas fossem ampliadas tanto no segmento rural e florestal como no meio urbano”, declarou.

João Maurício
Foto: J. Simão
Agência Aleac

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

As redes socias...à injúria, à calúnia à difamação!


As redes sociais nasceram dentro de uma momento evolutivo extraordinário da sociedade. A tecnologia nos proporciona uma interação profunda. Conheço pessoas totalmente apaixonadas pelo Face, Twitter, Orkut...., e que mudaram suas vidas, inclusive, saindo da depressão tal a influência positiva e rica do seu conteúdo.


Entretanto, não posso deixar de me posicionar em relação a algumas críticas que entram na seara da injúria, difamação e da calúnia, principalmente na área política. "Fique sabendo que nas redes sociais pode tudo, quem esse cara pensa que é"? Me responderam no face porque protestei contra uma postagem no meu mural que ofendia a mim, minha família e meus amigos.


Registro também que em reportagens que não traduzem a verdade e de conteúdo sempre duvidoso - porque são recheados de interesses partidários e políticos, algumas pessoas aproveitam para colocar para fora sentimentos baixos, ruins, agressivos, injustos, mentirosos, virulentos. Principalmente incompetentes, medíocres, hipócritas...frágeis que não merecem uma análise mais acurada.


No meu caso, se algumas pessoas se sentem bem, se faz bem a elas me achincalharem, mentirem, me injuriarem, me caluniarem, me perseguirem...tudo bem. Fiz uma opção de vida. "No mundo sereis odiados", "Se alguém te bater em uma face, dá-lhe também a outra", "Se te obrigam a andar uma milha, vai com ele duas". Ouvi, aprendi e assimilei.



sábado, 11 de fevereiro de 2012

Creche "Vivendo e Aprendendo", com muito amor!

Há cerca de seis anos em fui convidado pela Associação de Moradores do Bairro Santa Inês para uma reunião na casa da Maria do Carmo, a "Carmita". Estavam presentes várias pessoas entre elas o Sídio (presidente), a dona "Fátima", atual coordenara da creche. Me convidaram a fundar a creche e ajudar o bairro eu seus pleitos. De imediato aceitei e me apaixonei pela ideia. Ajudei a Associação em vários pleitos além da creche. Consegui, por exemplo, que o ex-governador Binho Marques fizesse uma pracinha e estacionamento na entrada da cidade. Em nome dos moradores pedi que ele derrubasse um depósito da Sec. de Fazenda na frente do Posto Policial. Fomos atendidos. Implorei muitas vezes para que a prefeitura ou o governo assumissem a creche. Desde aquela época que pago sozinho o aluguel do imóvel onde funciona a creche. Já mudamos três vezes de lugar.  Talvez agora, com a reportagem do competente repórter Adaílson Oliveira da TV Gazeta, informando que a creche pode fechar porque a dona pediu o imóvel de volta,  talvez alguém venha nos socorrer. Traga alimentos também, com muito amor. São crianças filhos de domésticas, de mães solteiras e outras pessoas. TODO O TRABALHO É VOLUNTÁRIO!!! Com muito amor!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012


Astério faz apelo para que creche no Santa Inês continue existindo

9 de fevereiro de 2012 - 11:58:55
Da redação de ac24horas
Há mais de cinco anos pagando o aluguel e ajudando a manter a creche comunitária “Vivendo e Aprendendo”, que atende crianças pobres dos bairros Areal, Mauri Sérgio, Belo Jardim e Santa Inês, o deputado Astério Moreira (PRP), pediu a prefeitura e ao governo do Estado que não deixem a creche fechar. A proprietária da casa solicitou o imóvel para ceder a uma irão que não tem onde morar o que pode prejudicar centenas de crianças.
“A creche é comunitária e atende crianças filhos e filhas de muitas domésticas e mães desempregadas. As mulheres que trabalham lá são todas voluntárias”, disse o deputado Astério. Segundo ele, o possível fechamento da creche veio a público através de uma reportagem da TV Gazeta. Astério Moreira lembrou que há mais de cinco anos ajudou a fundar a creche e que ajuda a manter até hoje.
Segundo a coordenadora da creche, dona Maria de Fátima Andrade da Silva, a “dona Fátima”, durante esses anos mais de duas mil crianças já passaram pela creche. “Antes mesmo de ser vereador e deputado, o jornalista Astério Moreira já nos ajudava”, disse, lamentando que nem a prefeitura nem mesmo o governo ajudam a construir uma creche.
Dona Fátima disse também que mais de 50 crianças são atendidas com ajuda de comerciantes e algumas instituições que fornecem alimentos. Ela informou que a dona da casa pediu o imóvel para doar para uma irmã que não tem onde morar.
Ouvido pela nossa reportagem o deputado Astério disse que vai esperar o governador Tião Viana (PT) chegar para propor a construção urgente de um espaço para as  crianças.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Astério Moreira desmente que tenha chamado oposição de "leviana"

O deputado Astério Moreira (PRP) usou a tribuna nesta quarta-feira, 8, para desmentir informações de que ele teria classificado a oposição como leviana. "Eu nunca disse isso, a minha linguagem não é esta: reconheço as qualidades do ex-deputado Fernando Melo, não conheço o candidato Tião Bocalon, mas não posso deixar de dizer que ele tem qualidades", explicou. Astério disse achar que o mal entendido surgiu de aparte que fez ao discurso do deputado Ney Amorim (PT) que defendia o governador Tião Viana e o senador Jorge Viana de ataques sofridos através de um panfleto do PSDB.

"Eu disse que temos que lutar pela preservação do direito da presunção da inocência. Uma pessoa que é processada não é necessariamente culpada até que seja julgada nas diversas instâncias do Judiciário", argumentou.
"Com este raciocínio, disse que a oposição deve ter cautela quando faz acusações. Nunca disse que a oposição é leviana", concluiu. Astério lembrou que considera que o candidato da Frente Popular do Acre tem mais qualidades para continuar com o excelente trabalho do prefeito Raimundo Angelim. 
"O problema é que quando o jornalismo é absorvido pela política ele é arbitrado pela paixão, muito embora seja livre para defender quem quiser, pois vivemos em uma democracia. Mas não podem dizer que eu disse o que não disse", observou o deputado. 
Extorsões
Astério também usou a tribuna para informar que tem recebido denúncias de vários acreanos que relataram casos de extorsões sofridas da polícia peruana durante viagem a Cusco e Lima. "A polícia inventa uma multa para depois pedir propina. Isso não pode acontecer, pois vivemos uma boa relação com aquele país, temos inclusive programas de intercâmbio comercial e cultural da qual esta Casa participa", lembrou. Astério anunciou que vai encaminhar as denúncias ao gabinete do governador Tião Viana.
João Maurício
Foto: Odair Leal
Agência Aleac

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Turistas brasileiros são extorquidos pela polícia peruana


A Polícia peruana é profissional em extorquir turistas brasileiros que saem do Acre para passear em Machu Pichu e Lima. 
_ Quando via um policial me tremia toda de medo sabendo que ele ía inventar qualquer coisa para nos tomar dinheiro, me disse uma jornalista acriana, que sonhou em ir para o Peru. O sonho virou pesadelo. A propina por lá é institucionalizada.
Medicina na Bolívia e a violência


Já não estimulo tanto os acrianos a irem fazer medicina na Bolívia. Sempre fui um entusiasta, mas as coisas mudaram muito. A cidade de Cochabamba, por exemplo, está se tornando muito violenta. O mesmo se ouve de Santa Cruz de La Sierra. 


Muitos assaltos, estupros, drogas e até assassinatos estão me deixando muito preocupado. Infelizmente o presidente Evo Morales não faz nada para mudar essa realidade. Ao contrário, tem estimulado o preconceito contra brasileiros através de sua política ultrapassada de tentar reerguer o Império Inca (coisa de doido). Além do mais, aumentou a produção de cocaína e o país está se tornando um paraíso para narcotraficantes.


Por outro lado, o governo brasileiro é frouxo e não liga muito para a situação dos mais de cinco mil estudantes que vivem na Bolívia. Por sua vez os bolivianos sempre respondem aos brasileiros que são agredidos, humilhados, extorquidos e roubados;


_ Vai para o teu país!
Retomo as atividades do blog hoje!!!!

Astério Moreira diz que secretária errou ao generalizar, mas concorda com regras mais duras para maus profissionais

A declaração dada pela secretária estadual de Saúde, Suely Melo, chamando os médicos do Sistema Público de Saúde de mercenários tem causado polêmica no Estado e o assunto chegou à Assembleia Legislativa. Durante a sessão desta quinta-feira, 2, diversos parlamentares se posicionaram sobre o tema, entre eles o progressista Astério Moreira. Para Moreira a secretária errou ao dar uma declaração genérica já que existem diversos médicos que se empenham no exercício da profissão. “Sou obrigado a reconhecer que temos profissionais que trabalham e trabalham muito, acho que ela errou ao generalizar”.
Todavia o parlamentar ressaltou que apesar de reconhecer o erro da secretária e a existência de profissionais da Saúde que trabalham com esmero, sabe também que existem profissionais que realmente não possuem compromisso com as funções que desempenham ou com os pacientes que atendem e defendeu punições duras para esses profissionais.   
“Eu também não posso concordar com os maus profissionais que não cumprem suas funções. Hoje mesmo minha empregada doméstica me disse que existem médicos que não querem cumprir horário. É importante ressaltar também que o que aconteceu não é a posição do governador, mas da secretária, acho que ela precisa, sim, medir as conseqüências de suas palavras como qualquer pessoa investida de função pública”.
Universidade Estadual
O parlamentar também aproveitou para comentar a proposta apresentada pelo colega Éber Machado (PSDC) de criação de uma universidade estadual. Para ele não se pode culpar a Universidade Federal do Acre se o número de estudantes acreanos que são aprovados no processo seletivo é menor que o número de estudantes de outros estados que o são.
Moreira também defedeu que apesar das escolas públicas ainda não terem alcançado um grau de excelência não é apenas a instituição de ensino que define o aluno. “O presidente Obama dizia que você pode estar na melhor universidade do mundo e não ser um bom profissional. Temos grandes expoentes que tiveram formação em escola pública e eu sei que as escolas públicas precisam de melhor qualidade, mas não podemos pensar que a Ufac ou qualquer universidade possa fazer um vestibular só pra quem é do Acre ou de escola pública. Os alunos precisam também se esforçar e estudar muito para conseguirem a aprovação”.
Yuri Marcel
Foto: Odair Leal
Agência Aleac

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Astério Moreira defende permanência da Força Nacional de Segurança na fronteira

Depois de cumprimentar o colega Moisés Diniz por sua eleição à presidência do Comitê Estadual do PC do B em discurso na sessão desta terça-feira, 29, o deputado Astério Moreira (PRP), defendeu a permanência da Força Nacional de Segurança no patrulhamento das fronteiras do Acre. Ele informou que os soldados enviados pelo Governo Federal devem deixar o Estado dentro de 90 dias.

“Nós vemos o número de apreensões de drogas crescer de forma assustadora ao longo da BR-317. Lamento que o Exército Brasileiro seja impedido de atuar no combate à criminalidade pela Constituição Federal. A rota do narcotráfico está consolidada tanto no Vale do Acre como no Vale do Juruá. A saída da Força Nacional será uma vitória dos traficantes”, argumentou.





sábado, 26 de novembro de 2011

Sobre boquetes, parlamentares evangélicos e exageros conceituais

Jornalista Archibaldo Antunes

Existe uma grande diferença entre a verdade que se diz e o julgamento sobre quem diz uma verdade. Uma índole decrépita não torna menos precisa uma asserção justa, assim como um sujeito de reputação ilibada não confere maior valor às mentiras que porventura possa dizer. O filósofo Olavo de Carvalho, autor de O Imbecil Coletivo e o Jardim das Aflições, costuma observar que no Brasil, quando se trata de debater quaisquer assuntos, os “intelequituais” (como grafaria Millôr Fernandes) recorrem ao recurso de detratar os adversários quando se veem incapacitados para redarguir seus argumentos.

Os primeiros reflexos dos que reagem às condenações feitas aos eventos da Parada Gay são geralmente do tipo: “Quem são esses hipócritas para condenar o homossexualismo ou a Parada Gay?”. E o julgamento se acirra sobremaneira quando a condenação parte de um parlamentar, já que a classe política é sempre tão vilipendiada pelo senso comum – e até por quem, pelo discernimento que diz possuir, deveria ser menos genérico nos seus juízos.

Se na intimidade o autor da crítica ao que houve na Parada Gay é um promíscuo ou mau caráter, isso não invalida a condenação que ele faz a eventos flagrantemente ofensivos e criminosos, como o que se tornou o símbolo da passeata gay deste ano no Acre, protagonizado pelo cabeleireiro Carlos Duarte. Além do mais, quem julga a índole dos críticos à Parada Gay sem informações que justifiquem o julgamento, incorre no mesmo preconceito deletério de que se diz vítima por ser homossexual ou simpatizante da causa.

O artigo do meu colega Jaidesson Peres, publicado no blog do Altino com o título “Esqueçam o boquete, deputados”, tem algo de enviesado – pelo que se nega a debater – e muito de exagero conceitual. Explico: em exatas 592 palavras, o autor não deixa claro o que acha da “performance” do Sr. Duarte em plena via pública, mas parece usar o ataque aos deputados para discretamente sinalizar ao leitor que é a favor do despropósito. Também comete alguns exageros conceituais, ao invocar o período medieval para desqualificar o discurso evangélico, como a ignorar que o período medievo sofreu enorme influência da Igreja Católica, da qual os evangélicos são dissidentes por obra de Martinho Lutero.

Não é preciosismo de minha parte evocar esses detalhes, já que Voltaire estava coberto de razão ao dizer: “Se queres conversar comigo, defina seus termos”. Sem termos definidos e conceitos ajustados às exigências do debate, a refrega descamba para o sinuoso caminho do bate-boca vazio.

Jaidesson também argumenta que o “moralismo em pleno século 21 chega a ser inadmissível e cômico”, já que mulheres ganharam o direito de fumar e beber em público e a prostituição deixou de ser crime (ele não diz, mas em alguns países, como os Estados Unidos, continua sendo), e duas pessoas do mesmo sexo agora podem se beijar na televisão. Segundo o escriba, os valores mudam, os estereótipos caem por terra e a religião, “embora com força ainda, tende a perder influência”.

Como seu artigo antecedeu a decisão do Supremo Tribunal Federal de liberar a marcha em favor da maconha, esse argumento não lhe entrou no rol das permissividades, das quais temo o paroxismo de precisarmos, quem sabe um dia, ter de enfrentar marchas favoráveis ao estupro ou à pedofilia, por exemplo. E tudo em nome da liberdade de expressão – a mesma que o jornalista diz defender quando se trata da passeata gay, mas parece desejar suprimir quando as opiniões contrárias são manifestas da tribuna da Assembleia Legislativa.

E antes que algum miolo-mole me venha dizer que estou a comparar homossexuais a pedófilos ou estupradores, quero lembrar que apenas aos idiotas é lícito tirar conclusões sobre o que não está escrito.

Jaidesson Peres, do alto dos seus 22 anos, ainda açoita a cultura dos deputados estaduais ao afirmar que eles desconhecem as leis brasileiras. Como ele também parece desconhecê-las, se faz necessário lembrar que o Código Penal Brasileiro (CPB), em seu artigo 233, diz que a prática de “ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público” é passível de detenção de três meses a um ano, ou multa.

O artigo 208 do CPB afirma ainda que quem “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, como ocorreu na Parada Gay com um hino evangélico, está sujeito a pena de detenção de um mês a um ano, ou multa.

Se há fundamentalismo religioso a rotular injustamente os adeptos das práticas homossexuais, alguns destes também incorrem no mesmo erro ao avaliar as motivações daqueles. Sidarta Gautama, o Buda, já dizia, seis séculos antes do nascimento de Cristo, que devemos trilhar o caminho do meio. Ele se referia ao equilíbrio de que precisamos para não incorrer nos extremos que nos levam à dor e ao sofrimento.

Isso se aplica a tudo na vida. Mas, principalmente, ao que fazemos em público.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AstérioMoreira quer fim de patrocínio oficial para manifestações

Em pronunciamento nesta quarta-feira, 23, o deputado Astério Moreira (PRP) afirmou que vai procurar o governador Tião Viana e sua equipe de governo para pedir o fim dos patrocínios oficiais às manifestações e passeatas de quaisquer setores do movimento social.
“Vou me empenhar para que o governo deixe de bancar estas manifestações por mais nobre que seja o motivo. É preciso acabar com esta relação clientelista, paternalista, como se o governo fosse o pai. É uma relação totalmente equivocada num regime republicano”, declarou Astério.

De acordo com o parlamentar, uma manifestação como a Parada do Orgulho LGBT pode ter custado entre R$ 30 mil e R$ 40 mil e reunido ceca de 50 mil pessoas. “Se cada participante desse R$ 1,00 o governo não precisaria patrocinar. Eles precisam aprender a caminhar com as próprias pernas”, comentou Astério.

O deputado lembrou que a receita do governo é arrecadada através dos impostos pagos pelos cidadãos, o que torna o dinheiro público e não de apenas uma pessoa. “Se querem defender a cidadania que invistam em escolas, postos de saúde, segurança e não em passeatas”, destacou. Segundo Astério, o governo não pode aplicar dinheiro público em bandeiras de luta. “As minorias já deixaram de ser minorias”, concluiu.


REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL


Astério lembrou que o mundo evolui suscitando novos debates acerca de temas como o financiamento de manifestações ou sobre a idade para penalizar o cidadão brasileiro. Para ele, os agentes sócioeducativos merecem solidariedade e não suspeitas pela fuga de adolescentes do Instituto Socioeducativo.

“Por isso eu levanto aqui outro debate. Eu já fui contra a redução da idade penal no Brasil, hoje sou a favor. Quando o Estatuto do Menor foi aprovado há mais de 20 anos, a realidade era outra. Hoje tem menores que matam para roubar, são latrocidas tão perigosos quanto os criminosos de maior idade”, argumentou. Também se faz necessário suscitar esse debate.

João Maurício
Agência Aleac



Astério Moreira diz que simulação foi ato de violência

A última edição da Parada do Orgulho LGBT no Estado repercutiu negativamente durante a sessão da Assembleia Legislativa na manhã desta terça, 21. Evangélico, o deputado Astério Moreira (PRP) subiu à tribuna para comentar dois pontos ocorridos no evento que para ele contaram como agressão brutal. O primeiro ponto foi a execução da música do cantor evangélico Régis Danese “Faz um Milagre em Mim”. Para o parlamentar a execução do hino evangélico em um ato condenado pela igreja soou como provocação barata. “Agredir os símbolos, imagens e fiéis é uma profanação e nos sentimos profanados. É preciso respeitar, não posso pegar um símbolo da igreja católica e profaná-lo”.
Moreira disse ainda que o movimento homossexual precisa respeitar os que divergem deles. Levando a discussão para o campo do direito ele falou também que os homossexuais já possuem seus direitos assegurados pelo Código Civil. “Os direitos civis já contemplam os homossexuais”.

O outro ato de violência que o parlamentar disse ter sofrido foi com a imagem de um homem simulando sexo oral em outro em via pública durante o evento. “Violência não é só quebrar uma lâmpada na cara de um homossexual. As imagens de simulação divulgadas são uma violência, foi o que ouvi ontem. Nós sabemos das lutas por direitos civis, mas estou aqui traduzindo a indignação de milhares de pessoas. Que sociedade permissiva é essa, que sociedade podre é essa, temos que ser tolerantes, sejamos tolerantes. Nunca me senti tão odiado por ser evangélico como nos últimos dias, tão discriminado, violentado. É inaceitável que segmentos do governo apoiem isso”.

Yuri Marcel
Foto: Odair Leal
Agência Aleac